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Capacete, luvas e o que mais puder.

Na família, fora dela, ou dentro de nossos círculos de amizade sempre tem alguém que fala: “É melhor prevenir do que remediar!” Quem nunca ouviu essa frase só pode ser surdo porque avó que é avó algum dia já falou isso para seu neto.

Amigos companheiros motociclistas e fotógrafos eu vou contar o que me aconteceu. Semana passada eu fui visitar um amigo, bater um papo e acabei me estendendo um pouco. Quando olhei no relógio já eram duas e meia da manhã e no dia seguinte eu teria que estar cedo trabalhando. Me despedi, peguei a Suzi e tomei o rumo para minha casa.

Dois quarteirões depois eu estava em uma rua escura e desconhecida quando BUM! Atropelei alguma coisa e fui com a cabeça no chão. Abri os olhos e levantei… A rua continuava deserta e silenciosa se não fosse pelo motor da Suzi ainda funcionando com a pobrezinha também estatelada.

Fiz aquele procedimento básico que todo motociclista faz depois de cair: comecei a tatear o corpo em busca de alguma fratura mais complexa. Vi que não tinha nada sério e fui para a segunda etapa… Levantar a moto e checar seu estado. Ambos estávamos bem, com alguns arranhados e escoriações, mas os dois ainda conseguiam “rodar”. Dei mais uma olhada ao redor e vi que a rua continuava escura e deserta. Resolvi sair dali rapidinho. Senti que tinha batido os joelhos e fui pra casa tomar banho e dormir antes que o corpo esfriasse e começasse a doer mais, além disso, o dia já tinha ficado bem ruim com aquela queda e não precisava de mais um assalto para piorar as coisas.

Foi apenas chegando em casa que percebi quanta sorte eu tinha tido. Entrei no elevador do prédio e vi como meu capacete havia ficado com aquele tombinho besta. Quando tirei a calça e vi os ralados nos joelhos pensei: que bom que eu estava protegido!  Tirei o lap da mochila e ele também tinha se saído bem na queda. Não sofreu nenhum arranhão. Mas o que me deixou mais feliz foi o fato de ter saído daquela com meu rosto inteiro.

Sempre ando equipado com capacete, luvas, jaqueta com proteções e bota de moto ou algum tênis mais parrudo. Tudo naquele dia foi colocado a prova, o capacete que se manteve firme no meu rosto, a jaqueta que impediu que eu ralasse os ombros, o peito e o cotovelo, as luvas que, apesar de uma delas ter se rasgado, protegeram minhas mãos, os tênis que se mantiveram nos meus pés e é lógico que também a mochila e o case Alhva para laptop que salvaram meu lap e merecem respeito.

Agora podemos voltar a aquela questão do provérbio “É melhor prevenir que remediar”. Imaginem se eu tivesse sem jaqueta, ou pior, sem capacete… Acho que não haveria remédio nenhum para como eu ficaria!

Luca Spezia LUCA SPEZIA - Motociclista, estudante, fotógrafo, viajante, aventureiro…enfim, nenhum especialista em mochilas, apenas um usuário mais hardcore que busca melhores maneiras de facilitar e assim poder instruir o uso de uma ferramenta muito utilizada pelo homem. Espero que apreciem e opinem.


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Bolsas, motos, chuva e muito mais.

Caros companheiros desculpem-me pela minha ausência repentina. Na verdade de repentino isso não tem nada e foi tudo muito bem programado. Os que já acompanham meus posts há algum tempo sabem que sou apaixonado por motos e carros além de fotógrafo, estudante e aventureiro nas horas vagas. Pois bem, fui cobrir uma corrida de uma nova categoria de motos que vem fazendo o maior sucesso lá fora e já encontra diversos admiradores aqui no Brasil, o campeonato Supermoto, ou também conhecido como Supermotard.

Esse final de semana rolou a 1ª e a 2ª etapa do Brasileiro de Supermoto que aconteceu em Bauru, interior de SP, há mais ou menos 450 km da capital.

Para fazer a matéria eu chamei um amigo que também é fotógrafo. Viajei sexta-feira de carona com uma equipe e ele foi no sábado de madrugada com sua moto. Ele estava morrendo de medo de levar seu equipamento na moto caso chovesse, então como eu sou um cara muito bacana, emprestei a minha bolsa antichuva para ele.

Para o trabalho levamos os seguintes equipamentos:

Eu
1- MacBook de 13 polegadas
1- Câmera Sony H-1 pra tirar fotos e gravar vídeos em HD

Meu Amigo
1- Câmera Nikon D-90
2- Objetivas
1- Flash
2- Baterias

Combinei com o pessoal de sairmos sexta-feira e eles me alertaram que estávamos com problemas de espaço, pois seus equipamentos, motos, ferramentas, fora seus objetos de uso pessoal, já ocupavam bastante lugar no carro. Então peguei minha mochila, enrolei todas as minhas roupas, guardei tudo que precisava e fui contente cobrir o evento. Não preciso nem falar que na hora em que cheguei e mostrei “toda” minha bagagem ninguém acreditou que eu levava ali todo meu equipamento e mais roupas para 3 dias de trabalho. Nem falei que a mochila tem um sistema a prova d’água, pois eles poderiam começar a achar que era mentira… Preferi que eles vissem depois com os próprios olhos.

No dia em que chegamos alguns pilotos já estavam treinando. Aproveitei para tirar algumas fotos, mas todos estavam mesmo ansiosos para os treinos de qualificação que iriam ocorrer sábado. Dormimos como anjos na sexta, pois a viagem havia sido cansativa e sábado às 6 da manhã já estávamos de pé com algumas nuvens pairando sobre nossas cabeças.

As equipes já montavam seus boxes quando os primeiros pingos de chuva começaram a cair. Cinco minutos depois o sol aparecia de novo e não dava tempo nem de molhar a pista. O problema é que se começasse a chover e as motos estivessem na pista eu não poderia voltar para os boxes, pois corria o risco de ser atropelado ou tomar uma bronca do fiscal de pista. Então coloquei na cintura um case compacto e fui tranquilo tirar fotos. Parecia uma brincadeira de “Escravos de Jó”. Começava a chover e eu colocava minha câmera dentro do case, parava e eu a sacava de novo para tirar mais fotos. Foi assim o sábado inteiro…

Domingo o dia já estava diferente, com muito sol e poucas nuvens. Como é melhor prevenir que remediar continuamos com o mesmo esquema de levar as bolsas onde quer que fossemos. E não deu outra… Nas duas últimas voltas no final da categoria mais competitiva, a SM1, caiu um toró daqueles, com direito a ultrapassagem na última curva. Eu e o fotógrafo saímos encharcados, mas nossos equipamentos passaram por essa ilesos. Ainda naquele dia meu amigo voltou para São Paulo de moto e me disse que pegou chuva de Bauru até aqui e que seu equipamento continuou sequinho como se estivesse ao sol: “Pô, é a prova d’água mesmo hein!” Ele só não falou nada de me devolver a bolsa antichuva ainda…

Uma coisa legal que aprendi é que como a capa de chuva do case é transparente, mesmo chovendo eu consigo enxergar pelo viewfinder da câmera, ou seja, virei a lente para a abertura da capa plástica e continuei fotografando na chuva. Assim minha câmera ficou protegida e não recebeu nenhum pingo.

Já os outros três fotógrafos que também cobriam o evento evaporaram como vampiros ao sol no primeiro pinguinho de chuva. A proteção contra chuva nos possibilitou obter melhores ângulos, pois ficamos despreocupados com o equipamento e dedicamos toda nossa atenção a captar as melhores imagens.

Vou colocar umas fotos do evento, espero que gostem.

Abraços!

Luca Spezia LUCA SPEZIA - Motociclista, estudante, fotógrafo, viajante, aventureiro…enfim, nenhum especialista em mochilas, apenas um usuário mais hardcore que busca melhores maneiras de facilitar e assim poder instruir o uso de uma ferramenta muito utilizada pelo homem. Espero que apreciem e opinem.

Conheça os produtos que nosso blogger testou:

Case Prisma Universal G
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Case Tradicional M
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Mochila Prisma Pró M
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Superbolha
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Duas malas sem alça e um alforje criativo.

Olá companheiros das alças!

Em meu último post havia comentado sobre os alforjes que a Alhva havia montado em minha moto, porém no dia seguinte antes de colocar o pé na estrada voltei lá para os últimos ajustes. Substituímos a Bolsa Tradicional pela Bolsa Bolha M devido ao seu formato ergonômico que se adaptou melhor ao contorno das minhas costas, já as Multibolsas Plug Pró nós mantivemos, pois este modelo foi projetado para se transformar em alforje para vários tipos de moto. Fiquei boquiaberto, não pelas características que eu já conhecia da Alhva como resistência e impermeabilidade, mas por outra que eu nunca havia experimentado antes (pelo menos não com uma mochila), sua VERSATILIDADE.

Estava com uma viagem programada para o Rio de Janeiro e a previsão do tempo indicava chuvas e pensando bem era isto que o teste pedia. Para os últimos ajustes pediram também a chave de minha moto com um sorriso malicioso e é LÓGICO que eu não entreguei. Eles queriam colocar a Suzi (minha Suzuki DRZ 400E) dentro da sala de projetos para medir algumas coisas (e tirar uma “casquinha”, lógico), mas como bom dono e bem ciumento decidi eu mesmo colocá-la lá dentro, afinal eles são técnicos de mochila, e não de moto.

Me senti um piloto de Paris Dakar. Fiquei lá tomando um cafezinho e só mirando a movimentação da galera. Parecia uma equipe de mecânicos ajustando e consertando a moto antes de começar a nova etapa. Só que ao contrário das competições de enduro, onde os mecânicos ficam horas debruçados sobre as motos, em menos de 10 minutos a minha já estava pronta para cair na estrada. Quando o pessoal do DT saiu de perto da Suzi ela havia se transformado de uma moto cross sem lugar nem para uma caixa de ferramentas em uma touring cheia de espaço para bagagem. Pode parecer besteira para quem não anda de moto, mas no caso da minha é como ter um jegue com porta-malas, ou seja, algo bem difícil de conseguir fazer.

E isso que eles não precisaram fazer absolutamente nenhuma modificação no projeto das Multibolsas, apenas encaixando a alça de forma diferente. MUITO ESPERTO. Aquilo para mim foi uma descoberta inusitada, pois eu sempre quis um alforje para minha moto, porém NENHUM modelo havia conseguido me atender 100%.

Alguém até poderia dizer que a DR não é a melhor moto para se viajar, porém como sou um cara versátil para mim isto não é um problema. Confesso que muitas horas na estrada com uma mochila, mesmo que escorada no banco, geram desconforto e falta de mobilidade por isto sempre sonhei com um alforje ideal. Cheguei a desistir de achar um modelo, pois tinham os que não se encaixavam, os que precisavam de adaptação na moto (não queria colocar um afastador), os muito grandes, os muito pequenos, os muito duros… E quando eu encontrava um que se encaixava mais ou menos ou ele era muito pesado ou não era a prova d’água, quando encontrava um bacana a prova d’água e leve o preço era um absurdo. A Alhva novamente ganhou pela versatilidade e simplicidade e o sistema de multibolsas iria enfim transformar em realidade o sonho de viajar com a moto cheia de tranqueiras sem carregar nada comigo além da jaqueta! Para concluir a Bolsa Bolha M ainda se transformou em uma mistura de bagageiro e encosto. Seu desenho anatômico fez com que eu me sentisse em um sofá!

Lá fui eu feliz e sorridente para o RJ com minha Bolha M e minhas Multibolsas Plug Pró do lado da Suzi… A viagem de ida foi excelente. Não choveu, fez sol, a estrada estava boa e sem trânsito, enfim, tranquilíssima. Os alforjes se comportaram muito bem. Por serem de pano não sofreram com a vibração nem ficaram machucando a pintura da moto. Além disso, pelo design das Multibolsas da Alhva e seu formato que se adapta aos contornos dos objetos, os alforjes não ficaram batendo como uma bandeira flamejando ao vento.

A volta foi completamente o oposto. Peguei chuva e frio de Paraty até São Paulo e um trânsito razoável o caminho inteiro. Perto de São Paulo (a grande e caótica cidade) ainda andei uns 10 km pela Ayrton Senna no “corredor” estreito formado pelos carros. Novamente meus novos alforjes se mostraram excelentes. Com certeza teria sido MUITO pior andar pelo corredor se eles fossem quadrados e rígidos, porém por seu formato de gota, além de manterem o centro de gravidade baixo eles passavam sob os retrovisores dos carros e até pude ser mais ousado na pilotagem, pois caso eles raspassem em algum carro não estaria correndo o risco de riscá-los.

Uma alegria maior ainda foi quando abri as Multibolsas e o meu MP3 e o Laptop estavam sequinhos, mesmo andando na chuva, a velocidades de 120km/h e ainda tomando aquelas jorradas de água que os caminhões fazem quando passam sobre poças de água. Enfim o teste foi um sucesso, repetirei a dose em estradas de terra com dias chuvosos, mas uma coisa é fato e não é promessa, a Multibolsa Plug Pró é também um alforje. Fiquei surpreso quando na volta o cobrador do pedágio perguntou sobre os produtos para colocar em sua Tornado. Vejam as fotos e as dicas de montagem.

VEJA COMO A MOTO FICOU:

VEJA COMO É FÁCIL MONTAR OS ALFORJES COM AS MULTIBOLSAS:

passo 1
Passo 1 - O primeiro passo foi colocar uma haste de apoio junto ao escapamento para afastar a carenagem da alta temperatura dos escapes.
passo 2
Passo 2 - A fixação dos alforjes começou pelo centro, usando as alças de mão das duas Multibolsas. Usamos uma cinta de velcro para evitar calombos no assento, mas uma simples cordinha já resolve esta amarração.
passo 3
Passo 3 - Fizemos a segunda amarração com cintas e com uma fivela “tique-taque” de cada Plug Pró. Se você não tiver uma cinta para passar nas fivelas use novamente uma cordinha. Por enquanto deixe soltas as outras duas fivelas de cada Multibolsa, pois elas serão usadas para a fixação do bagageiro logo mais (passo 6).
passo2-p
passo 4BPasso 4 - Para manter as Multibolsas fixadas e firmes junto à moto aproveitamos o anel lateral na base das próprias Plugs Pró. Usamos para esta amarração outra cinta mais estreita com um jogo de fivelas. Novamente nesta situação você pode usar simplesmente uma corda.
passo 5
Passo 5 - A Bolsa Bolha M que foi usada como bagageiro tem uma fivela frontal que foi passada por baixo da segunda amarração (passo 3).
passo 6
passo 6BPasso 6 - Como tínhamos amarrado somente o centro e uma das duas fivelas de cada Plug Pró, aproveitamos agora as outras duas fivelas soltas que haviam sobrado e ligamos as duas com outra cinta, mas desta vez esta cinta passou por dentro do vão do costado da Bolsa Bolha, prendendo-a bem e aumentando a estabilidade.
passo2-p
Passo 7 - Os outros dois anéis laterais na base das Plugs Pró (do lado da “rabeta” da moto) não necessitam de amarração e podem ficar soltos. Você pode eventualmente usá-los para passar a corrente com cadeado.

Vale reforçar que as cintas e velcros que usamos nas amarrações dos alforjes na moto não são vendidas com as Multibolsas Plug Pró, mas pela simplicidade da montagem tudo poderia ter sido feito até mesmo com uma cordinha de varal! E outra alegria é saber que ainda tenho a possibilidade de usar meu alforje como mochila. Caso você tenha dúvidas escreve para mim ou envie um email para o DT: projeto@alhvacases.com.br

Grande Abraço.
Luca Spezia LUCA SPEZIA - Motociclista, estudante, fotógrafo, viajante, aventureiro…enfim, nenhum especialista em mochilas, apenas um usuário mais hardcore que busca melhores maneiras de facilitar e assim poder instruir o uso de uma ferramenta muito utilizada pelo homem. Espero que apreciem e opinem.


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Minha namorada e a mochila.

Olá companheiros das alças!

Hoje ia contar sobre uma viagem de moto que fiz esses tempos atrás, porém aconteceu uma coisa muito bacana que eu queria relatar a vocês. Semana passada  fui  almoçar com o pessoal da Alhva e acho que por eu estar lá o bate-papo do almoço foi sobre mochilas. Como estou muito surpreso com a linha de conforto das mochilas que estou testando fiz muitas perguntas ao designer da Alhva e pude entender melhor porque a Série Prisma vem recebendo tantos elogios por quem as usa.

Armado destas informações voltei  para casa e esperei uma oportunidade para executar um TESTE DE FERRO com um juiz dos mais difíceis que eu poderia encontrar: mulher-minha-namorada-bailarina-exigente-seletiva e cheia de dores causadas pelo ofício! Para ir ao trabalho ela leva todos os dias uma mochila dessas de escola cheia (e quando falo cheia é cheia mesmo) de sapatilhas, toalhas e aquele monte de coisa de mulher que nós homens nem imaginamos pra que servem.

Já tinha falado da Alhva para minha namorada e entrado no site pra mostrar algumas mochilas, porém nenhuma tinha realmente atraído sua atenção. Para dar início ao meu plano de teste voltei neste assunto (mal intencionado a transformá-la em minha cobaia) e tentei entender o porquê desta resistência. Ela me disse que tinha achado algumas mochilas da Alhva meio estranhas e pequenas, também pareciam “redondinhas demais”.

Realmente, as mochilas da Alhva a primeira vista são um pouco diferentes para os olhares mais conservadores, porém no corpo encaixam-se perfeitamente e tem um look bem moderno e orgânico. Costumo dizer que parecem uma daquelas mochilas de paraquedas, ou então aquelas que os pilotos de moto usam no Paris-Dakar com camelback e ferramentas.

A oportunidade que eu estava esperando veio no final de semana seguinte. Estávamos indo para  o sítio de um amigo e fazendo as malas, ou melhor, mochilas quando minha namorada me olhou  e pediu pra eu carregar sua mochila (que não era da Alhva) pois a mesma estava muito pesada e machucando seus ombros. Bailarinos são mais que artistas, são atletas, e devido a isso sentir dores no corpo faz parte de seu dia a dia, e naquele dia as dores iam da ponta do fio do cabelo a unha do dedão do pé.

Lógico que eu iria carregar a mochila dela, porém aproveitei a oportunidade para colocar meu plano em prática. Fiz um pouco de manha e falei que só levaria se fosse na minha mochila nova da Alhva. Pedi que ela colocasse suas coisas lá e lógico que ela achou que era muita frescura minha. E era, mas pelo bem da ciência “mochileirística” eu insisti um pouco e ela acabou cedendo. Lá foi ela colocar suas coisas dentro da Foto Prisma Pró, objeto do meu teste.

No começo ela reclamou um pouco e disse que não ia caber tudo (até eu mesmo duvidei), mas coube tudo e ainda sobrou um espaçinho caso ela quisesse levar um estojo de maquiagem ou alguma outra traquitana de mulher. A fase 1 do plano de teste estava completa. Falei: “Vai, coloca ai e vê se você gosta.” Ela me olhou com cara de sapo, mas como sabe que eu sou meio teimoso colocou a mochila nos ombros, prendeu a barrigueira e o trava peito, deu uma volta na sala, se olhou no espelho, abaixou, se esticou, se contorceu abriu um sorriso e eu perguntei: “E ai, gostou?” Ela me olhou agora com cara de quem queria um presente e disse: “Muito! Ela parece meio pequena, mas é superconfortável… e muito espaçosa”. E ainda completou virando para o espelho: “E no corpo ela até que fica bem bonita!”

Ela achou tão confortável que eu nem precisei carregar as coisas dela. Colocou a mochila nas costas e não tirou mais. Depois ficava me olhando com aquela cara de criança que vai à loja de brinquedo com a avó. Resultado: ela gostou tanto da mochila e insistiu tanto que eu dei de presente pra ela. Isso é uma coisa que eu estou observando quando falo com as pessoas sobre estas mochilas, primeiro rola uma incompreensão e depois uma paixão.

Continuarei fazendo novos testes com outros produtos Alhva, com meus colegas e em novas situações. Não acreditei no que rolou mas os caras do DT da Alhva montaram na minha moto um alforje com duas Mochilas Plug e uma Bolsa Tradicional para testar na estrada com chuva pesada, vou para campo e na sequência outra história.

Grande Abraço.
Luca Spezia LUCA SPEZIA - Motociclista, estudante, fotógrafo, viajante, aventureiro…enfim, nenhum especialista em mochilas, apenas um usuário mais hardcore que busca melhores maneiras de facilitar e assim poder instruir o uso de uma ferramenta muito utilizada pelo homem. Espero que apreciem e opinem.


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Mochileiro “de tudo um pouco”.

“Olá caros leitores do Alhva blog! Deixem primeiro eu me apresentar a vocês.

Meu nome é Luca, tenho 23 anos e desde que me conheço por ser humano bípede a mochila faz parte de minha vida. Tive algumas recaídas e por volta da terceira série confesso que cheguei a usar aquelas “mochilas” com rodinhas, mas que logo foram descartadas de minha vida (convenhamos que aquilo só é confortável no chão lisinho dos saguões dos aeroportos, além de não durar mais de 2 meses na mão de crianças hiperativas como eu). Desde então tive apenas mochilas de alça. Quando digo que desde que me conheço por ser humano bípede a mochila faz parte de minha vida não é da boca para fora. Logo depois de deixar de engatinhar adivinha o que eu ganhei para ir para a creche? Sim, uma mochila!

A partir dai começou nossa relação de amor e ódio. Amor quando eu precisava de algo e ela sempre estava lá, com seus compartimentos cheios de tranqueiras, casacos, capas de chuva e na hora da fome sempre com uma barrinha de cereal ou um lanchinho. Ódio quando naquelas situações mais desgastantes uma das alças se rompia, ou o zíper quebrava e ela se abria deixando tudo cair no chão molhado. QUE RAIVA! Lembro também dos inúmeros cadernos que tinha que levar para o segundo grau, QUANTO PESO! Chegava em casa literalmente desmontado, de um lado ia eu para o sofá cheio de dor nas costas, do outro a mochila pesada no chão… Ainda bem que essa época de segundo grau passou, porém por incrível que pareça acho que uso mais mochila hoje do que quando era pequeno.

Moro em São Paulo a mais ou menos 10 anos e bastou andar durante um ano de carro para desistir e comprar uma moto. Hoje não quero mais saber de veículos de 4 rodas e sou um motociclista assumido. Costumo brincar e dizer que andar de carro em São Paulo é que nem ficar esperando na fila do SUS, enquanto a moto é o plano de saúde.

Agora vamos ao que eu carrego: lap de 13 polegadas, celular e seus respectivos carregadores, uma toalha de rosto para a academia, uma bermuda e camiseta leve, escova de dente, pasta, xampu, desodorante e sabonete além de um bloco de notas e uma caneta. Isso pode variar um pouco, porém é mais ou menos meu material diário.

Trabalho como repórter e fotógrafo de revistas de carro e moto (Antigos de Garagem, 100% Veneno, Tuning Car, Moto Fúria e Moto Custom) e dependendo do dia também tenho que sair com minha câmera para cobrir eventos ou fazer alguma sessão fotográfica com algum veículo. Além disso, estou concluindo a faculdade o que faz com que eu também me encaixe no perfil de estudante, fazendo de mim um mochileiro completo.

Trabalhei durante um tempo em uma produtora de vídeos em São Paulo e ali tive a oportunidade de conhecer a Alhva. Isso já faz algum tempo e até hoje só ouvi elogios, tanto de fotógrafos e cinegrafistas profissionais, quanto de entusiastas da fotografia. Acabei virando um fã eu também. Quando a ALHVA me convidou para escrever em seu blog como colaborador, fazendo “reviews” de seus produtos além de contar experiências pessoais aceitei de cara e fiquei super feliz, afinal quando o assunto é mochila nas costas acredito que tenho muito para contar. Espero contribuir bastante para elucidar as dúvidas dos já seguidores da Alhva ou daqueles que estão em cima do muro.

Enfim, se você é fotógrafo ou apenas gosta de fotografia, anda de moto ou a pé, viaja ou fica na cidade, sai na chuva e no molhado, pega barro ou asfalto, tem laptop ou usa caderno, trabalha na rua ou no escritório… e não abre mão de ter algumas coisas sempre com você, fique de olho no Alhva Blog e não deixe de conferir os novos posts, reviews e novidades sobre o mundo das bolsas, cases e mochilas.

Luca Spezia LUCA SPEZIA - Motociclista, estudante, fotógrafo, viajante, aventureiro…enfim, nenhum especialista em mochilas, apenas um usuário mais hardcore que busca melhores maneiras de facilitar e assim poder instruir o uso de uma ferramenta muito utilizada pelo homem. Espero que apreciem e opinem.


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