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Reutilizar embalagens de papel, um bom costume.

Sempre consciente com a preservação dos recursos naturais que fazem parte do ciclo industrial, a Alhva optou pelo reaproveitamento de embalagens de papel, caixas recondicionadas e outras caixas de transporte recebidas em seu processo industrial.

A reutilização dessas embalagens é feita no envio das mercadorias da loja virtual Alhva, no despacho das cargas para o atacado e na circulação interna de materiais de produção.

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A compra de caixas recondicionadas já é tradicional no Brasil e esta prática, não por modismo, mas por bom senso, sempre fez parte da rotina da empresa, aumentando a vida útil de materiais incríveis que de outra forma seriam desperdiçados.

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Para identificar que você está recebendo da Alhva um produto embalado numa caixa recondicionada, a empresa criou um carimbo que é estampado na embalagem.

O marketing de embalagem da Alhva é o consumo consciente e esta opção da empresa pode até ser considerada pouco atraente, porém o que deve ser levado em conta aqui é a extensão desta atitude.

embalagem reaproveitada

avatar-denise DENISE LINDORFER -  Não sou especialista em nada. Esta seção é apenas um exercício de textos, estudos, relatos e paixões aos assuntos ligados a natureza e a preservação ambiental. Apenas o meu olhar sobre estes temas, espero que apreciem, retornem e opinem.


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Estamos todos interligados.

Acho que o momento da mudança na minha atitude como cidadã ocorreu no dia em que olhei para o lixo lá de casa e percebi que mais de 80% dele era composto de materiais incríveis e reaproveitáveis. Embalagens, caixas, saquinhos, tubos plásticos, vidros e outros materiais que podiam ser facilmente selecionados e muitos deles se acumulavam em minha cozinha no preparo de uma única refeição. Neste dia percebi que não custava nada dedicar 5 minutinhos do meu tempo e dar mais atenção a este problema, que na maior parte das vezes é resolvido com medidas simples no dia a dia.

Desde este dia já se passaram quase 20 anos e eu nunca mais parei, reciclo tudo o que posso em casa, no trabalho e até no lazer. Muitas vezes quando vou para o litoral em local que não tem coleta seletiva, volto para São Paulo com o lixo reciclável no porta malas do carro e alguns amigos achavam isto bem esquisito no começo!

Mas após quase duas décadas estes conceitos ainda são, na prática, completamente estranhos para alguns… Então pensei: “Hoje é 05 de Junho, um dia mundialmente dedicado a ecologia e ao meio ambiente e quero acreditar que a esta altura do campeonato, em algum momento, uma boa parte das pessoas já ouviu falar de coleta seletiva de lixo, de reciclagem, de aquecimento global, de poluição, de preservação e de tantos outros termos tão comentados atualmente… Então será que hoje eu devo requentar de novo esta conversa? Sim devo! Sabe por quê? Porque muitos agora já sabem o que tudo isto significa, mas na prática poucos mudaram seus hábitos.

Podemos contribuir muito com o Planeta dedicando realmente muito pouco tempo de nossas vidas, a falta de tempo não pode ser mais a justificativa para não fazermos nada quando existem inúmeras famílias em condições financeiras desfavoráveis que vivem do lixo, quando reciclar ajuda a economizar e gerar empregos, quando o consumo consciente e a mudança de atitude é a grande ferramenta em nossas mãos.

Nosso verdadeiro legado como seres humanos é a marca de nossa passagem pelo Planeta. Vamos deixar de herança um Planeta mais limpo! O Planeta Terra é a nossa casa agora, é nossa responsabilidade!

REFLITA SOBRE SEUS VALORES, CRIE A MUDANÇA EM SEUS HÁBITOS DE VIDA, POIS O QUE VOCÊ FAZ AFETA A TODOS. ESTAMOS TODOS INTERLIGADOS.

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Relatos da natureza, inclusão social, preservação ambiental e muito mais.

Oi pessoal!

Meu nome é Denise e quero apresentar esta seção a vocês. Vou contar aqui sobre o que a Alhva faz na esfera socioambiental, sobre sua parceria com o GAP (Grupo Ambientalista de Palmeiras) na Chapada Diamantina na Bahia e sobre as ações e projetos desta ONG incrível.

Quando a Alhva foi procurar o mestre fotógrafo Araquém Alcântara para juntos criarem uma coleção de produtos e assim destinarem parte do lucro das vendas desta linha para alguma instituição preocupada com a preservação do meio ambiente, o primeiro nome que surgiu como escolha incontestável de Araquém foi a lendária figura de Joás Brandão, um tuaregue dos vales, dos capões e dos Gerais Diamantinos, pilar deste grupo guerreiro e incansável que é o GAP.

Tive a oportunidade de, em Julho de 2009, visitar Palmeiras na Bahia e conhecer o trabalho fantástico que o GAP faz, não só de preservação do meio ambiente e de conscientização da população para o problema do lixo, como também as ações culturais e de inclusão social. Foi realmente emocionante conhecê-los, e perceber que se pode fazer muito com muito pouco. Desde então tenho um interesse particular em divulgar o trabalho deles e nesta seção quero passar um pouco para vocês do amor e da GARRA que o GAP tem pela vida!

Quero convidar vocês a se tornarem também amigos do GAP!

avatar-denise DENISE LINDORFER -  Não sou especialista em nada. Esta seção é apenas um exercício de textos, estudos, relatos e paixões aos assuntos ligados a natureza e a preservação ambiental. Apenas o meu olhar sobre estes temas, espero que apreciem, retornem e opinem.

Clique aqui para conhecer os Produtos da Coleção Araquém.

www.gap.org.br
Grupo Ambientalista de Palmeiras
Banco Bradesco – Agência: 1087-1 Conta corrente: 2874-6
Escritório: Rua Coronel Antônio Afonso, s/n
Palmeiras – BA CEP: 46930-000.
yara@gap.org.br


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Capacete, luvas e o que mais puder.

Na família, fora dela, ou dentro de nossos círculos de amizade sempre tem alguém que fala: “É melhor prevenir do que remediar!” Quem nunca ouviu essa frase só pode ser surdo porque avó que é avó algum dia já falou isso para seu neto.

Amigos companheiros motociclistas e fotógrafos eu vou contar o que me aconteceu. Semana passada eu fui visitar um amigo, bater um papo e acabei me estendendo um pouco. Quando olhei no relógio já eram duas e meia da manhã e no dia seguinte eu teria que estar cedo trabalhando. Me despedi, peguei a Suzi e tomei o rumo para minha casa.

Dois quarteirões depois eu estava em uma rua escura e desconhecida quando BUM! Atropelei alguma coisa e fui com a cabeça no chão. Abri os olhos e levantei… A rua continuava deserta e silenciosa se não fosse pelo motor da Suzi ainda funcionando com a pobrezinha também estatelada.

Fiz aquele procedimento básico que todo motociclista faz depois de cair: comecei a tatear o corpo em busca de alguma fratura mais complexa. Vi que não tinha nada sério e fui para a segunda etapa… Levantar a moto e checar seu estado. Ambos estávamos bem, com alguns arranhados e escoriações, mas os dois ainda conseguiam “rodar”. Dei mais uma olhada ao redor e vi que a rua continuava escura e deserta. Resolvi sair dali rapidinho. Senti que tinha batido os joelhos e fui pra casa tomar banho e dormir antes que o corpo esfriasse e começasse a doer mais, além disso, o dia já tinha ficado bem ruim com aquela queda e não precisava de mais um assalto para piorar as coisas.

Foi apenas chegando em casa que percebi quanta sorte eu tinha tido. Entrei no elevador do prédio e vi como meu capacete havia ficado com aquele tombinho besta. Quando tirei a calça e vi os ralados nos joelhos pensei: que bom que eu estava protegido!  Tirei o lap da mochila e ele também tinha se saído bem na queda. Não sofreu nenhum arranhão. Mas o que me deixou mais feliz foi o fato de ter saído daquela com meu rosto inteiro.

Sempre ando equipado com capacete, luvas, jaqueta com proteções e bota de moto ou algum tênis mais parrudo. Tudo naquele dia foi colocado a prova, o capacete que se manteve firme no meu rosto, a jaqueta que impediu que eu ralasse os ombros, o peito e o cotovelo, as luvas que, apesar de uma delas ter se rasgado, protegeram minhas mãos, os tênis que se mantiveram nos meus pés e é lógico que também a mochila e o case Alhva para laptop que salvaram meu lap e merecem respeito.

Agora podemos voltar a aquela questão do provérbio “É melhor prevenir que remediar”. Imaginem se eu tivesse sem jaqueta, ou pior, sem capacete… Acho que não haveria remédio nenhum para como eu ficaria!

Luca Spezia LUCA SPEZIA - Motociclista, estudante, fotógrafo, viajante, aventureiro…enfim, nenhum especialista em mochilas, apenas um usuário mais hardcore que busca melhores maneiras de facilitar e assim poder instruir o uso de uma ferramenta muito utilizada pelo homem. Espero que apreciem e opinem.


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Bolsas, motos, chuva e muito mais.

Caros companheiros desculpem-me pela minha ausência repentina. Na verdade de repentino isso não tem nada e foi tudo muito bem programado. Os que já acompanham meus posts há algum tempo sabem que sou apaixonado por motos e carros além de fotógrafo, estudante e aventureiro nas horas vagas. Pois bem, fui cobrir uma corrida de uma nova categoria de motos que vem fazendo o maior sucesso lá fora e já encontra diversos admiradores aqui no Brasil, o campeonato Supermoto, ou também conhecido como Supermotard.

Esse final de semana rolou a 1ª e a 2ª etapa do Brasileiro de Supermoto que aconteceu em Bauru, interior de SP, há mais ou menos 450 km da capital.

Para fazer a matéria eu chamei um amigo que também é fotógrafo. Viajei sexta-feira de carona com uma equipe e ele foi no sábado de madrugada com sua moto. Ele estava morrendo de medo de levar seu equipamento na moto caso chovesse, então como eu sou um cara muito bacana, emprestei a minha bolsa antichuva para ele.

Para o trabalho levamos os seguintes equipamentos:

Eu
1- MacBook de 13 polegadas
1- Câmera Sony H-1 pra tirar fotos e gravar vídeos em HD

Meu Amigo
1- Câmera Nikon D-90
2- Objetivas
1- Flash
2- Baterias

Combinei com o pessoal de sairmos sexta-feira e eles me alertaram que estávamos com problemas de espaço, pois seus equipamentos, motos, ferramentas, fora seus objetos de uso pessoal, já ocupavam bastante lugar no carro. Então peguei minha mochila, enrolei todas as minhas roupas, guardei tudo que precisava e fui contente cobrir o evento. Não preciso nem falar que na hora em que cheguei e mostrei “toda” minha bagagem ninguém acreditou que eu levava ali todo meu equipamento e mais roupas para 3 dias de trabalho. Nem falei que a mochila tem um sistema a prova d’água, pois eles poderiam começar a achar que era mentira… Preferi que eles vissem depois com os próprios olhos.

No dia em que chegamos alguns pilotos já estavam treinando. Aproveitei para tirar algumas fotos, mas todos estavam mesmo ansiosos para os treinos de qualificação que iriam ocorrer sábado. Dormimos como anjos na sexta, pois a viagem havia sido cansativa e sábado às 6 da manhã já estávamos de pé com algumas nuvens pairando sobre nossas cabeças.

As equipes já montavam seus boxes quando os primeiros pingos de chuva começaram a cair. Cinco minutos depois o sol aparecia de novo e não dava tempo nem de molhar a pista. O problema é que se começasse a chover e as motos estivessem na pista eu não poderia voltar para os boxes, pois corria o risco de ser atropelado ou tomar uma bronca do fiscal de pista. Então coloquei na cintura um case compacto e fui tranquilo tirar fotos. Parecia uma brincadeira de “Escravos de Jó”. Começava a chover e eu colocava minha câmera dentro do case, parava e eu a sacava de novo para tirar mais fotos. Foi assim o sábado inteiro…

Domingo o dia já estava diferente, com muito sol e poucas nuvens. Como é melhor prevenir que remediar continuamos com o mesmo esquema de levar as bolsas onde quer que fossemos. E não deu outra… Nas duas últimas voltas no final da categoria mais competitiva, a SM1, caiu um toró daqueles, com direito a ultrapassagem na última curva. Eu e o fotógrafo saímos encharcados, mas nossos equipamentos passaram por essa ilesos. Ainda naquele dia meu amigo voltou para São Paulo de moto e me disse que pegou chuva de Bauru até aqui e que seu equipamento continuou sequinho como se estivesse ao sol: “Pô, é a prova d’água mesmo hein!” Ele só não falou nada de me devolver a bolsa antichuva ainda…

Uma coisa legal que aprendi é que como a capa de chuva do case é transparente, mesmo chovendo eu consigo enxergar pelo viewfinder da câmera, ou seja, virei a lente para a abertura da capa plástica e continuei fotografando na chuva. Assim minha câmera ficou protegida e não recebeu nenhum pingo.

Já os outros três fotógrafos que também cobriam o evento evaporaram como vampiros ao sol no primeiro pinguinho de chuva. A proteção contra chuva nos possibilitou obter melhores ângulos, pois ficamos despreocupados com o equipamento e dedicamos toda nossa atenção a captar as melhores imagens.

Vou colocar umas fotos do evento, espero que gostem.

Abraços!

Luca Spezia LUCA SPEZIA - Motociclista, estudante, fotógrafo, viajante, aventureiro…enfim, nenhum especialista em mochilas, apenas um usuário mais hardcore que busca melhores maneiras de facilitar e assim poder instruir o uso de uma ferramenta muito utilizada pelo homem. Espero que apreciem e opinem.

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